Março Lilás: Um alerta ao combate do câncer do colo do útero

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No mês de março, usamos a cor lilás para lembrar todas as mulheres da prevenção contra o câncer de colo uterino, além de alertar para os principais sinais e sintomas que devem direcionar a mulher a buscar ajuda médica.

O câncer de colo uterino é o segundo tipo de câncer mais frequente entre as mulheres de todo o mundo e é causado pelo papiloma vírus humano (HPV) afetando, em sua maioria, mulheres entre 40 a 60 anos.

O HPV um tipo de vírus comum em maior parte da população podendo manifestar-se através de verrugas na mucosa da vagina, do pênis, do ânus, da laringe e do esôfago.

O Câncer do colo do útero pode apresentar desenvolvimento lento, levando de 10 a 20 anos, desde suas lesões iniciais até o aparecimento do tumor. 

A mulher adquire o vírus do HPV normalmente no início de sua vida sexual, porém alguns outros fatores favorecem o surgimento da doença, dentre eles:  Sexo desprotegido com múltiplos parceiros; Histórico de doenças sexualmente transmissíveis; Tabagismo; Idade precoce da primeira relação sexual e múltiplos partos.

Os sintomas dependem normalmente do estágio que a doença se encontra, no início poderá ser assintomática, mas em um estágio avançado, observa-se: Corrimento persistente de coloração amarelada ou rosa e com forte odor; Sangramento após o ato sexual e Dor pélvica. Em casos graves da doença, haverá surgimento de edemas nos membros inferiores, problemas urinários e comprometimento de estruturas extragenitais.

A prevenção do Câncer de Colo de Útero inicia-se na adolescência, através da vacinação contra o

Câncer cervical

vírus da HPV para meninas a partir dos 9 anos e meninos a partir dos 12 anos, oferecida pela rede pública de saúde. É importante destacar que a vacinação não substitui a realização do exame regular preventivo de citologia, o conhecido Papanicolau, geralmente realizado anualmente pelo médico ginecologista, que é capaz de identificar as lesões da doença precocemente.

O uso de preservativos também é de extrema importância, uma vez que que são capazes de evitar não somente a transmissão do HPV, que também pode ser transmitido no contato pele a pele entre as regiões genitais, mas de outras diversas doenças sexualmente transmissíveis.

O tratamento deste câncer consiste em cirurgias, radioterapia e quimioterapia algumas envolvendo a retirada parcial da lesão tumoral e outras compreendendo a remoção do útero

 Quem se ama se cuida!